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https://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3799Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor | OLIVEIRA, ANDREIA CARDOSO DE SOUZA | - |
| dc.contributor.advisor1 | Costa, Gabriel Santos Dalla | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-20T17:33:09Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-20T17:33:09Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3799 | - |
| dc.description.abstract | A Constituição de 1988 elevou os direitos trabalhistas ao patamar de garantias fundamentais, assegurando relações laborais mais justas e equilibradas. Nesse cenário, a “constitucionalização” do Direito do Trabalho reforça e amplia a proteção prevista na CLT, tornando-se instrumento essencial para prevenir violações a direitos sociais e humanos. Entretanto, a expansão das plataformas digitais inaugurou novas formas de prestação de serviços, como as atividades desempenhadas por entregadores e motoristas de aplicativos. Classificados como “autônomos”, esses trabalhadores permanecem à margem da cobertura previdenciária e de garantias mínimas, o que amplia significativamente sua vulnerabilidade. Esse fenômeno, denominado “uberização”, tem produzido um verdadeiro “proletariado digital”, caracterizado por jornadas extensas, baixos rendimentos, instabilidade e precarização estrutural das condições de trabalho.Dessa forma, o objetivo deste estudo é analisar as condições de empregabilidade no Brasil, com foco nas relações consideradas precárias mediadas por empresas de aplicativo. Metodologicamente, adotou-se uma abordagem qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica e documental voltada à compreensão das dinâmicas jurídicas e sociais que envolvem o tema. Os resultados apontam que, embora rotulados como autônomos, os trabalhadores de aplicativos evidenciam elevados graus de subordinação algorítmica, longas jornadas e rendimentos variáveis. Verificou-se, ainda, a ausência de proteção trabalhista como FGTS, férias, 13o salário e cobertura previdenciária, compondo um quadro acentuado de vulnerabilidade social. Conclui-se que o modelo de “uberização” intensifica a precarização das relações de trabalho e demanda revisões dogmáticas e normativas capazes de assegurar a efetividade dos direitos fundamentais trabalhistas no contexto contemporâneo. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Centro Universitário FAEMA (UNIFAEMA) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | pt_BR |
| dc.subject | direito do trabalho; | pt_BR |
| dc.subject | precarização do trabalho; | pt_BR |
| dc.subject | uberização; | pt_BR |
| dc.subject | algoritmo. | pt_BR |
| dc.title | A uberização e as relações de trabalho: o proletariado digital e a subordinação algorítmica | pt_BR |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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