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dc.contributorSILVA, LAURA BEZERRA DA-
dc.contributor.advisor1Bruno, Kátia Regina Gomes-
dc.date.accessioned2026-01-21T19:23:37Z-
dc.date.available2026-01-21T19:23:37Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3894-
dc.description.abstractO presente estudo tem como objetivo analisar o perfil epidemiológico, os fatores associados e as estratégias de prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Essas infecções configuram-se como um dos maiores desafios à segurança do paciente e à qualidade dos serviços hospitalares, sobretudo em contextos críticos, nos quais o uso de dispositivos invasivos e o tempo prolongado de internação aumentam a vulnerabilidade dos pacientes. A relevância do estudo justifica-se pela alta incidência das IRAS, seus impactos na morbimortalidade e os custos significativos gerados ao sistema de saúde. A revisão da literatura indica que as infecções mais frequentes em UTIs são a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV), a Infecção Primária da Corrente Sanguínea (IPCS) e a Infecção do Trato Urinário (ITU) associada ao uso de cateteres. Estudos apontam forte relação entre essas infecções e a presença de microrganismos multirresistentes, como Klebsiella pneumoniae, Acinetobacter baumannii e Staphylococcus aureus. Entre os principais fatores de risco, destacam-se idade avançada, comorbidades, ventilação mecânica prolongada, utilização de cateteres venosos e urinários, falhas na higienização das mãos e uso inadequado de antimicrobianos. A literatura aponta que a maioria dos casos de IRAS poderiam ser evitados mediante a adoção de práticas preventivas eficazes, como a aplicação de “bundles” de cuidado, higienização correta das mãos e vigilância epidemiológica ativa. Metodologicamente, trata-se de uma revisão integrativa com abordagem qualitativa e quantitativa. Os resultados evidenciam que a PAV é a infecção de maior prevalência, seguida pela IPCS e ITU. Pacientes com internações prolongadas e submetidos a procedimentos invasivos apresentaram maior risco para desenvolvimento de IRAS. A presença de cepas multirresistentes foi identificada em quase todos os estudos, reforçando a 1 Academica do 10° periodo, curso de Enfermagem, Centro Universitario UNIFAEMA, [email protected] 2 Professora Mestra no curso de Enfermagem, Centro Universitário UNIFAEMA, [email protected] 11 gravidade do problema. Observou-se também que instituições com programas de controle de infecção e capacitação contínua apresentaram menores índices de ocorrência. A discussão dos achados demonstra convergência entre dados nacionais e internacionais, apontando avanços, mas também falhas na adesão aos protocolos e na vigilância ativa. O atuação do enfermeiro é fundamental na prevenção e no fortalecimento das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). Conclui-se que estratégias integradas, baseadas em práticas seguras, educação permanente e uso racional de antimicrobianos, são fundamentais para reduzir as IRAS e promover a segurança do paciente.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.subjectEnfermagem.pt_BR
dc.subjectIRAS.pt_BR
dc.subjectPrevenção.pt_BR
dc.subjectSaúde.pt_BR
dc.subjectUti.pt_BR
dc.titleInfecções relacionadas à assistência à saúde em unidade de terapia intensiva: perfil epidemiológico, fatores associados e estratégias de prevenção.pt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
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