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dc.contributorSBARAINI, KAREN TEIXEIRA FRANCO-
dc.contributor.advisor1Bressan., Paulo Roberto Meloni Monteiro-
dc.date.accessioned2026-01-19T22:01:10Z-
dc.date.available2026-01-19T22:01:10Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3770-
dc.description.abstractEsta pesquisa teve como objetivo analisar as razões e a volumetria da baixa judicialização da violência obstétrica no Brasil, com base na análise de dados secundários obtidos em relatórios de organismos nacionais e internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), artigos científicos, decisões judiciais selecionadas e consultas realizadas na base do JusBrasil, a fim de verificar a volumetria de processos relacionados ao tema. O recorte temporal compreendeu os últimos cinco anos, período em que a temática ganhou maior visibilidade no país. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em revisão bibliográfica e documental, desenvolvida sob a perspectiva hipotético-dedutiva. Os resultados demonstraram que, apesar da recorrência da violência obstétrica relatada por milhares de mulheres em pesquisas de saúde, os dados volumétricos obtidos no JusBrasil evidenciam que a judicialização permanece reduzida, com número pouco expressivo de processos especificamente categorizados como violência obstétrica. Verificou-se que a maioria dos casos é enquadrada de forma genérica em outras tipificações jurídicas, como erro médico, lesão corporal ou dano moral. Além disso, constatou-se a influência de fatores como a falta de informação das vítimas, o medo de denunciar, barreiras culturais e institucionais que dificultam o acesso à justiça e a inexistência de uma lei específica que reconheça formalmente a violência obstétrica. Conclui-se que a baixa judicialização não reflete a inexistência do problema, mas sim limitações estruturais do sistema jurídico e da categorização processual, o que compromete a efetiva proteção dos direitos fundamentais da mulher e reforça a necessidade de políticas públicas, bem como de maior precisão na classificação jurídica dos casos.pt_BR
dc.description.sponsorshipCentro Universitário FAEMA (UNIFAEMA)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.subjectdireitos fundamentaispt_BR
dc.subjectjudicializaçãopt_BR
dc.subjectJusBrasilpt_BR
dc.subjectviolência obstétricapt_BR
dc.subjectvolumetriapt_BR
dc.titleUma análise crítica da judicialização da violência obstétrica no brasilpt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
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