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https://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3787Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor | ASSUNÇÃO, REGIANE ALMEIDA DE | - |
| dc.contributor.advisor1 | Costa, Gabriel Santos Dalla | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-20T00:09:44Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-20T00:09:44Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3787 | - |
| dc.description.abstract | O artigo analisa a aplicabilidade da Lei Maria da Penha em relações homoafetivas a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal no Mandado de Injunção no 7452, que reconheceu a existência de omissão legislativa ao não estender a proteção da norma a casais homoafetivos masculinos, travestis e mulheres transexuais. Busca-se compreender de que maneira a interpretação constitucional inclusiva adotada pelo STF contribui para fortalecer a efetividade dos direitos fundamentais da igualdade, da dignidade da pessoa humana e da proteção integral da família em suas diversas configurações contemporâneas. A pesquisa, de caráter bibliográfico e documental, fundamenta-se em doutrina especializada, legislação e jurisprudência, adotando abordagem qualitativa, hermenêutica e explicativa. A análise evidencia que a Lei Maria da Penha, concebida inicialmente sob um paradigma cis-heteronormativo, passou a ser reinterpretada pelo Poder Judiciário como instrumento de proteção voltado a sujeitos historicamente vulnerabilizados, independentemente de sua identidade de gênero ou orientação sexual. Essa ampliação hermenêutica supre lacunas normativas que restringiam a tutela contra a violência doméstica, garantindo maior aderência da norma aos princípios constitucionais. Os resultados indicam que, embora a decisão represente avanço significativo na promoção da justiça social e na ampliação da proteção jurídica, sua implementação permanece limitada pela ausência de regulamentação específica, pela falta de uniformidade nos órgãos de segurança pública e pelas restrições inerentes aos efeitos penais da decisão injuncional. Conclui-se que a efetivação plena da proteção depende da articulação entre jurisprudência, legislação e políticas públicas, consolidando uma hermenêutica inclusiva capaz de assegurar igualdade material, dignidade e reconhecimento a grupos historicamente marginalizados no contexto da violência doméstica. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Centro Universitário FAEMA (UNIFAEMA) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | pt_BR |
| dc.subject | mandado de injunção no 7452 | pt_BR |
| dc.subject | lei no 11.340/2006 | pt_BR |
| dc.subject | transgênero | pt_BR |
| dc.subject | violência doméstica | pt_BR |
| dc.title | A aplicabilidade da lei maria da penha nas relações homoafetivas: uma análise da decisão do supremo tribunal federal acerca do mandado de injunção no 7452 | pt_BR |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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