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dc.contributorBARROSO, JHAN KARLA DE MIRANDA-
dc.contributor.advisor1Ramos, Elis Milena Ferreira do Carmo-
dc.date.accessioned2026-01-21T19:32:50Z-
dc.date.available2026-01-21T19:32:50Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3897-
dc.description.abstractEste artigo analisa intervenções de Enfermagem que promovem o autocuidado de pessoas com esquizofrenia na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com foco em autonomia, adesão terapêutica e segurança clínica. Trata-se de revisão bibliográfica qualitativa, descritivo- analítica, que delimita a lacuna entre prescrição e prática cotidiana e justifica a necessidade de diretrizes aplicáveis no território e centradas na pessoa. Objetivo geral: mapear intervenções efetivas de apoio-educação e coordenação do cuidado; objetivos específicos: identificar déficits de autocuidado prevalentes, descrever estratégias que favoreçam adesão e autonomia e discutir a aplicabilidade de referenciais de Enfermagem no processo de cuidado. O método incluiu buscas nas bases SciELO e PubMed (2020 a 2025), leitura crítica e síntese narrativa, com critérios de inclusão voltados a estudos que descrevessem participação da Enfermagem em desfechos de adesão, hábitos de vida e continuidade do cuidado. Os resultados apontam déficits recorrentes em manejo de medicação, higiene do sono, alimentação, atividade física e organização doméstica, além de barreiras cognitivas e autoestigma. Emergiram como estratégias efetivas: decisão compartilhada e simplificação posológica; lembretes e organizadores; psicoeducação com linguagem simples e metas graduais; oficinas terapêuticas e apoio entre pares; monitorização metabólica articulada à APS; e fluxos de referência- contrarreferência com plano único e responsabilidades definidas. A Teoria do Déficit de Autocuidado de Dorothea Orem mostrou-se útil para alinhar diagnóstico, metas funcionais e tipo de apoio proporcional (total, parcial, apoio-educação), orientando avaliação, planejamento, implementação e avaliação na RAPS. Conclui-se que combinar apoio-educação, coordenação do cuidado e monitoramento de indicadores funcionais é caminho promissor para ampliar autonomia e sustentar a adesão, recomendando-se institucionalizar o processo de Enfermagem com metas mensuráveis e reforços periódicos e avançar em estudos de implementação no contexto brasileiro.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.subjectadesão terapêutica.pt_BR
dc.subjectautocuidado.pt_BR
dc.subjectenfermagem psiquiátrica.pt_BR
dc.subjectesquizofrenia.pt_BR
dc.subjectrede de atenção psicossocial.pt_BR
dc.titleAs abordagens no autocuidado de pessoas com esquizofreniapt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
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