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dc.contributorOLIVEIRA, KELBI DOS SANTOS-
dc.contributor.advisor1Bressan., Paulo Roberto Meloni Monteiro-
dc.date.accessioned2026-01-19T22:13:55Z-
dc.date.available2026-01-19T22:13:55Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3771-
dc.description.abstractO presente artigo científico analisa a crise da paternidade contemporânea, evidenciando o conflito entre a autoridade familiar e a busca por vínculos afetivos pautados na amizade entre pais e filhos. O estudo tem como objetivo geral compreender como o pai pode equilibrar autoridade e afetividade na educação dos filhos, diante das transformações sociais e culturais da modernidade. De forma específica, busca-se examinar a evolução histórica da autoridade familiar no Brasil, a função educativa e moral do pai, os impactos da cultura da permissividade e os reflexos sociais e jurídicos da omissão paterna. A escolha do tema justifica-se pela crescente fragilidade das relações familiares e pela necessidade de repensar a paternidade como instrumento de formação ética e emocional das novas gerações. A problemática central consiste em identificar como o pai pode exercer sua autoridade sem comprometer o vínculo afetivo, garantindo o desenvolvimento integral da criança e do adolescente. O trabalho caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa, exploratória e bibliográfica, fundamentada em doutrinas jurídicas, sociológicas e psicológicas, além da análise de dispositivos legais, como a Constituição Federal, o Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Os resultados indicam que a tentativa de substituir a autoridade pelo afeto, típica da cultura da permissividade, gera insegurança emocional e compromete a formação moral e social dos filhos. Constatou-se que o exercício equilibrado da paternidade, baseado no diálogo, no exemplo e na responsabilidade, promove a autonomia, a consciência crítica e o desenvolvimento ético das crianças. Conclui-se que a paternidade responsável exige a superação do modelo autoritário e a valorização da autoridade familiar como corresponsabilidade parental, devendo o pai atuar como guia e referência moral. O equilíbrio entre autoridade e afeto mostra-se essencial para a consolidação de famílias estruturadas e para a formação de indivíduos conscientes, éticos e socialmente integrados.pt_BR
dc.description.sponsorshipCentro Universitário FAEMA (UNIFAEMA)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.subjectautoridade familiarpt_BR
dc.subjectcultura da permissividadept_BR
dc.subjectomissão paternapt_BR
dc.subjectpaternidade responsávelpt_BR
dc.subjectrelação pai e filhopt_BR
dc.titlePaternidade em crise: autoridade familiar versus amizade com os filhospt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
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