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dc.contributorSILVA, CÍCERO FERREIRA ALVES-
dc.contributor.advisor1Santos, Fernando Corrêa dos-
dc.date.accessioned2026-01-20T00:37:28Z-
dc.date.available2026-01-20T00:37:28Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3795-
dc.description.abstractEste estudo investigou o crédito rural no Brasil com foco nas barreiras de acesso enfrentadas pelos pequenos produtores, especialmente agricultores familiares, assentados, indígenas e quilombolas. Diante de um sistema que, embora robusto em volume, persiste em reproduzir desigualdades históricas, o objetivo foi compreender como os mecanismos de financiamento operam na prática, quais seus impactos socioeconômicos e ambientais, e quais obstáculos — burocráticos, técnicos, territoriais — impedem sua democratização. A relevância do tema é inegável: o crédito rural é peça-chave para a segurança alimentar, a geração de renda no campo e a redução das disparidades regionais, mas sua concentração em grandes produtores e regiões centrais compromete seu potencial transformador. Metodologicamente, adotou-se uma abordagem bibliográfica narrativa, com análise qualitativa de estudos publicados a partir de 2018, priorizando fontes acadêmicas, técnicas e institucionais que permitissem uma leitura crítica e contextualizada da realidade rural brasileira. Os resultados revelam que, apesar da existência de políticas como o PRONAF e linhas verdes (ABC+), o acesso efetivo pelos pequenos permanece limitado — por exigências de garantias incompatíveis com sua realidade, pela ausência de assistência técnica, pela burocracia excessiva e pela recente digitalização, que exclui quem não tem conectividade ou alfabetização digital. A concentração dos recursos — mais de 60% destinados a grandes produtores — evidencia uma opção política clara, que marginaliza justamente quem mais produz alimentos para o consumo interno. As oportunidades trazidas por cooperativas, fintechs e novas tecnologias são reais, mas exigem mediação e inclusão para não aprofundarem as desigualdades. Conclui-se que o crédito rural precisa ser repensado não como instrumento de mercado, mas como direito de cidadania produtiva — exigindo políticas integradas, territorializadas e centradas nas pessoas, não apenas nos números. Sem isso, continuaremos financiando a exclusão, mesmo com a retórica da inclusão.pt_BR
dc.description.sponsorshipCentro Universitário FAEMA (UNIFAEMA)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.subjectinclusão produtiva;pt_BR
dc.subjectdesigualdade estrutural;pt_BR
dc.subjectcrédito como direito.pt_BR
dc.titleCrédito rural no brasil: mecanismos de financiamento, impactos socioeconômicos e desafios de acesso para pequenos produtorespt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
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