Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3805Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor | TOMAZ, LIA VECCHI | - |
| dc.contributor.advisor1 | Persch., Me. Hudson Carlos A. | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-20T18:05:37Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-20T18:05:37Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unifaema.edu.br/jspui/handle/123456789/3805 | - |
| dc.description.abstract | Este artigo científico analisa os desafios da proteção da imagem e privacidade de crianças e adolescentes no ambiente digital brasileiro, com foco nas implicações jurídicas e sociais do fenômeno sharenting. A pesquisa aborda como problemática central os limites da autoridade parental e a responsabilidade das plataformas digitais na salvaguarda dos direitos infantojuvenis frente a crimes virtuais como o deepfake e o grooming. A justificativa do estudo reside na urgência de adaptar os mecanismos legais e sociais à velocidade da transformação digital, que expõe crianças a graves riscos como cyberbullying e apropriação de imagens por redes criminosas, muitas vezes com o impulsionamento de algoritmos. O objetivo geral é analisar criticamente os fundamentos e os desafios da proteção da criança no contexto digital, examinando as responsabilidades parentais e das plataformas e a eficácia do ordenamento jurídico. Como objetivos específicos, busca delimitar a evolução da autoridade parental no Brasil, investigar o sharenting à luz dos direitos da personalidade, discutir a responsabilidade civil das Big Techs e analisar os crimes virtuais que vitimizam menores. A metodologia adota uma abordagem qualitativa, teórico-reflexiva, sem levantamento empírico, fundamentada em pesquisa bibliográfica, documental e jurisprudencial. Os resultados apontam que a evolução do "Pátrio Poder" para o "Poder Familiar" expande o dever de cuidado para o ambiente virtual, colidindo com o sharenting, que viola o Princípio da Proteção Integral. Revela-se também que a jurisprudência, especialmente do STF, tem relativizado a responsabilidade subjetiva das plataformas prevista no Marco Civil da Internet, impondo-lhes um dever de cuidado mais rigoroso. A pesquisa conclui que o exercício do Poder Familiar não é um direito absoluto e encontra limites nos direitos fundamentais da criança, sendo que a superexposição na internet serve como matéria-prima para crimes, exigindo uma atuação articulada entre família, sociedade e Estado, além de avanços legislativos para coibir a exploração da imagem infantil. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Centro Universitário FAEMA (UNIFAEMA) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | pt_BR |
| dc.subject | Crimes virtuais; | pt_BR |
| dc.subject | direito digital; | pt_BR |
| dc.subject | poder familiar; | pt_BR |
| dc.subject | proteção infantojuvenil; | pt_BR |
| dc.subject | responsabilidade civil. | pt_BR |
| dc.title | Filhos expostos, direitos violados: o sharenting como ameaça à proteção da imagem infantil | pt_BR |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| ARTIGO - LIA VECCHI TOMAZ.pdf | 2.64 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.